Depois do brilhante Shoplifters (2018), é difícil para Hirokazu Kore-eda superar-se ou trazer-nos algo que se assemelhe, em termos de excelência, ao vencedor da Palma de Ouro. Broker não é, nem tenta ser, melhor ou tão genial como Shoplifters, todavia não haveria razão para ter passado tão despercebido, já que encaixa que nem uma luva […]
