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21º IndieLisboa Festivais de Cinema Indielisboa

Artista é o Caralho – Comédia e metalinguagem apesar de tudo

Uma brisa doce-amarga atravessa alguns filmes deste ano da Competição Nacional do IndieLisboa. Entre Óculos de Sol Pretos, de Pedro Ramalhete, A Providência e a Guitarra, de João Nicolau, e Dois e um Gato, de Patrícia Saramago, sopra um gênero de comédia feita de histórias tristinhas, mas contadas por narradores espertinhos, em estado de graça, […]

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21º IndieLisboa Críticas Festivais de Cinema Indielisboa

A violência dos fetiches e a inocência do olhar: How to Catch a Butterfly e Honey, My Love, So Sweet

No que toca à competição internacional do IndieLisboa 2026 – Festival Internacional de Cinema, o grande prémio de curta-metragem EMEL foi para How to Catch a Butterfly (2026), de Kiriko Mechanicus. O primeiro documentário da cineasta holandesa-japonesa é uma obra ensaística na qual utiliza o seu próprio corpo e voz num gesto crítico. Deste modo, […]

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21º IndieLisboa Entrevistas Estreias Festivais de Cinema

 “Não estou a pensar num tema que seja oportuno. Faço o cinema que quero fazer, no qual me revejo”

E se Lisboa estivesse prestes a ser acometida por um tremor de terra? E se esse tremor de terra pudesse ser previsto por um grupo de cientistas, presos numa encruzilhada ético-moral, sobre se devem (ou não) avisar a população? É esta a premissa de O Melhor dos Mundos, filme de Rita Nunes que teve a […]

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21º IndieLisboa Críticas Entrevistas Festivais de Cinema

Pedágio: O Caminho do Meio (Entrevista com Isac Graça)

Pedágio é o segundo longa-metragem da realizadora brasileira Carolina Markowicz e fez sua estreia nacional no Indielisboa. A premissa do filme reflete de forma aguçada a crise de valores de um país cindido. No município de Cubatão, uma funcionária de portagem, Suellen (Maeve Jinkings), toma parte em um esquema de roubos a fim de pagar […]

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21º IndieLisboa Entrevistas Festivais de Cinema

Entrevista com Ico Costa

Ico Costa: “Eu acho que o filme [O Ouro e o Mundo (2024)] contém uma dimensão muito realista e a razão para isso acontecer é porque tenho de dar espaço para o real entrar. […] Não controlares tudo, obviamente, complica-te bastante. Mas, ao mesmo tempo, traz verdade. Isso para mim é muito importante.” Numa homenagem […]

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21º IndieLisboa

O calor que entra pelas ranhuras – The Feeling That the Time for Doing Something Has Passed

The Feeling That the Time for Doing Something Has Passed (2023) é a estreia de Joanna Arnow na realização de longas metragens ficcionais. Também é a sua estreia na montagem, atuação e escrita num projeto de maior dimensão. O filme acompanha um período contido da vida de Ann (representada pela cineasta) no qual ela se […]

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21º IndieLisboa Críticas

Fishmonger: um toque de surrealismo

Exibido na maratona noturna Boca do Inferno, no IndieLisboa, Fishmonger (2023) é uma curta-metragem dirigida por Neil Ferron que se adequa à ocasião. Com uma narrativa simples, mas inesperada, faz-nos torcer pelo miserável protagonista, Christie O’Mallaghan, um pescador solitário que é odiado por todos na ilha de Connamarragagh. Uma comédia ligeiramente fora do comum, já […]

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21º IndieLisboa Críticas Indielisboa

As superfícies de Following The Sound

No fim de Following The Sound, de Kyoshi Sugita, uma personagem abraça outra. É um grande plano. A câmara prolonga-se na cara da personagem abraçada, que carrega na sua mudança progressiva todo o peso do filme. No entanto, a forma como Sugita chega aqui é através de uma abordagem rara e extraordinária. Não há dúvidas […]

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21º IndieLisboa Críticas Festivais de Cinema

Desconhecidos: Fantasmas no Armário

Desconhecidos não foi distribuído comercialmente nas salas de cinema portuguesas, sendo lançado diretamente na plataforma Disney Plus. Dessa forma, a sessão especial do filme na última edição do Indielisboa foi a única oportunidade dos espectadores locais de assistirem ao filme no grande ecrã. Antes de me debruçar sobre a obra, destaco que revê-la na referida […]

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21º IndieLisboa Críticas Festivais de Cinema

Evergreen Fades to Grey: La Bête, de Bertrand Bonello, e o Romantismo no Século XXI

Bonello é um verdadeiro romântico. Romântico no verdadeiro sentido do romantismo, um cineasta que realmente sente. E realmente aprecia os extremos da emoção, da imaginação, do irracional e, claro, da paixão, independentemente do lado para qual a balança pende. Um homem que aprecia a beleza do bom, independentemente se é ou vai eventualmente ser destruído […]